A insegurança e a violência estão imperando na sociedade e essa situação reflete no mundo dos negócios. Gostaria de falar especificamente do impacto na área de vendas de uma empresa.
Muitas tecnologias surgiram, tais como, adesivos magnéticos, caixa e bracadeiras, espelhos nos corredores, câmaras de monitoramento, profissionais de segurança circulando na loja e ou na frente do empreendimento, etc.
Outros criam artifícios que regridem toda a tendência de merchadising de uma loja, tais como, instalando grades, guarda-volumes, balcões e armários em formato de vitrines com cadeados, redução do espaço físico de entrada e saída dos clientes do empreendimento, etc. Isso acontece, principalmente na periferia ou em municípios vizinhos da capital.
Diante desse contexto gostaria de fazer algumas reflexões:
- Quais os artifícios de segurança que sua empresa tem utilizado?
- Qual o acesso que os clientes tem aos produtos?
- Qual o custo benefício entre um produto trancado no armário e de livre acesso para o cliente tocar e escolher livremente para comprar?
- Qual a imagem que seu empreendimento tem passado para o cliente?
- O cliente é um ser indesejado e supeito ou um ser desejado e acolhido na sua empresa?
Algumas empresas são processadas por preconceito e constragimento causados aos clientes, quando as parafernalhas de segurança são mau utilizadas, tais como, etiquetas magnéticas que não são desmagnetizadas e você sai da loja e bipa ou o segurança não trata com cordialidade, provocando contragimento aos clientes. 
Vale pena usar o velho bom senso entre a tendências de arrumação de loja – marchandising, além de observar a legislação do direito do consumidor. Procure ter funcionários treinados para identificar e perceber tais situações de risco e os oriente como deveram proceder.
É um mundo sem volta até que se prove do contrário, mas você poderá minimizar contribuindo socialmente na comunidade do em torno da sua
empresa para reduzir a semente da marginalidade.
[...] Leia mais e comente no Casos & Causos [...]