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Gostaria de compartilhar este meu post no Blog Sebrae Pernambuco, eu reflito sobre as consequencias da pirataria das grandes marcas. http://sebraepernambuco.wordpress.com/2009/11/15/pirataria-versus-grandes-marcas/

Aguardo seus comentários a respeito da temática!

Certa vez um funcionário de uma empresa, em que eu estava realizando uma compra por delivery, falou para mim: “Desculpe o atraso, hoje foi o dia em que o dono apareceu na empresa e ele só faz atrapalhar…Ele não entende e fica dando pitaco no nosso trabalho…”

Trago esse fato com o objetivo de refletirmos sobre as competências que o gestor do seu próprio negócio deve ter. Se olharmos as competências em três dimensões, seria a seguinte: ter conhecimento, habilidades e atitudes.

O conhecimento quanto às informações que deverá dominar para saber o que fazer com elas. No mínimo, podemos considerar: conhecimento de gestão, do produto/serviço e do mercado em que está inserido. As habilidades vêm da técnica e da destreza de saber fazer uso do conhecimento em ação no seu dia a dia. As atitudes se inserem neste contexto, trazendo a vontade e a coerência do falar e agir do empresário na sua atuação diante dos clientes, funcionários, fornecedores e com a comunidade em que a empresa está inserida.

O problema é que muitos não utilizam essas competências citadas e começam a contratar funcionários para executar atividades que não gostam de fazer ou para atividades que não detém conhecimento. Dessa forma, deixam de ter o domínio do conhecimento das áreas chaves da empresa e confundem delegar com abdicar o seu papel como gestor.http://www.flickr.com/photos/srueda/3606218074/in/photostream/

Quando uma empresa está começando sua atuação no mercado, e o empresário não possui conhecimento quanto à gestão, ao produto e o mercado; é uma tragédia delegar. Além disso, o empresário constrói 100%  da base de informações da empresa em terceiros, sem realizar uma retroalimentação para empresa.

Atenção! Não estou condenando o processo de delegação. – Delegar é importante! Quando sabe o que está delegando, quando se tem habilidade de se relacionar com sua equipe de funcionários, conseguindo não só indicar uma ou várias atividades que deverá executar, mas sabendo o que eles precisam de apoio e ou monitorment na sua operacionalização. Além da atitude pró-ativa e coerente neste relacionamento, sabendo escutar os funcionários e os clientes na busca de melhorias para empresa. O gestor precisa ter as pessoas certas nos lugares certos e as comprometidas com suas tarefas, dinamizando essa relação em prol de um ambiente saudável e gerando inovação e resultados empresariais.

E nunca se tornar um estranho no seu próprio ambiente de negócio!

Uma empresa é um ser vivo que possui dinâmica própria, que por sua vez reflete a competitividade do mercado, a economia, infra-estrutura negocial e a mentalidade empreendedora, por parte do empresário.

A competitividade do mercado terá o ritmo da dinâmica setorial. Existem setores que há uma constante entrada e saída de concorrentes do mercado, outras o fornecedor e  os clientes ditam as regras do jogo; e sem falar do ritmo de inovação dos produtos e serviços oferecidos.

A economia é influenciada por situações que ocorrem no âmbito local, regional, nacional e internacionalmente, não podemos esquecer algo recente que foi a crise nos Estados Unidos e seus devidos impactos.

A estrutura negocial pode ser vista como o porte ou a infra-estrutura da empresa, seja física ou gerencial, que poderá dar as condições básicas se posicionar no mercado.

Tudo isso junto com a mentalidade empreendedora do empresário que resulta na forma de enxergar o mundo, o mercado, a concorrência e sua empresa. A sua percepção vai refletir na sua tomada de decisão e a visão de futuro do seu negócio.

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Fonte: http://www.flickr.com/photos/el_trapo/2143963193/

Essas variáveis compõem e faz parte do ambiente desse ser vivo que é a empresa. E como todo ser vivo, ela age e reage a partir desses componentes internos e do ambiente externo. A conseqüência disso é o seu crescimento, retração ou estabilização – sobrevivência! E nunca a estagnação, pois a inércia provocará sua morte.

 

Muitas pessoas ficam a procura de uma oportunidade de negócio que lhe transforme em um empresário de sucesso de um dia para o outro. Na vida existe exceção, e essa é uma delas. Todo sucesso do empresário advém de muito esforço, perseverança e a capacidade de identificar a oportunidade e o momento certo de explorá-la.

 Esta capacidade deve ser advinda do próprio empreendedor pelo seguinte motivo:

  • Com o dinamismo do mercado, o empreendedor precisa ter habilidade e capacidade de identificar oportunidade para inovar o empreendimento, de captar parcerias, de realizar promoções, de lançar novos produtos, etc.
  • A oportunidade de negócio precisa estar alinhada com a capacidade técnica e gerencial do empreendedor
  • O empreendedor precisa se identificar com a oportunidade de negócio, quanto à rotina de trabalho, horários de funcionamentos, conhecimento específico sobre o demanda do empreendimento, etc.

 Toda oportunidade de negócio começa através de insight de alguma idéia que poderá ser uma potencial oportunidade. O insight poderá ser por meio dos seus próprios conhecimentos, experiências, noticiários, conversas nos ambientes social ou familiar, viagens, eventos e outras situações vivenciadas que poderão contribuir para lhe despertar suas idéias. É importante, sempre, fazer a seguinte pergunta interiormente: que oportunidade de negócio eu posso ter com essa… (situação, contexto, notícia, etc)? 

 

A idéia negocial só passa para ser oportunidade de negócio, quando você investe tempo e energia para detalhá-la, além, é claro, quando tem pessoas que queiram pagar para usufruir sua idéia (produto ou serviço irá oferecer).

 

Definida a oportunidade, é importante validá-la quanto à sua permanência no mercado, e o momento certo de explorá-la.

Inicialmente, você precisa avaliar se a oportunidade segue tendências de mercado, se haverá cliente “hoje” e no futuro, além de analisar o cenário econômico. Caso essa análise seja favorável, haverá possibilidade de sucesso.  Logo, comece a construir um plano de negócio!

Diariamente observa-se o número de empresas de consultoria no mercado. Muitas dessas empresas estão voltadas para seus serviços que são especializados e se esquecem da real necessidade dos clientes. Isso me faz lembrar a máxima de Henry Ford que dizia que os clientes poderiam escolher qualquer cor de carro, desde que seja preto.

Muitas empresas provocam e oferecem “carros pretos” como sendo a melhor solução ou salvação para seus potenciais clientes. Não que suas soluções sejam ruins, mas querem enquadrar os clientes de suas formas e isso pode até gerar um resultado de imediato, mas não a longo prazo. Cada empresa possui sua própria dinâmica e lógica de atuação.

As empresas de consultoria precisam refletir e entender a dinâmica de como explorarem a sua oportunidade de negócio para depois compartilhar e discutir com o(s) proprietário(s) as causas e efeitos dos problemas identificados, além de possíveis soluções a serem adaptadas para a realidade da empresa.

O verdadeiro consultor irá desmistificar seu conhecimento para o sistema cliente e identificar a melhor forma de implementar soluções na empresa. Agora tudo isso, junto o proprietário, pois é esse que vai continuar gerenciando a empresa e manter as melhorias implementadas.

Reflitam, seja você consultor ou empresário que pretende contratar uma consultoria. – A intervenção sempre será uma tomada de decisão e ação conjunta: consultor e cliente.

Como Bob Dylan expressou: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o quê?”

O comportamento do consumidor, o comportamento organizacional, em fim a sociedade está em processo de mudança. As novas gerações de consumidores gostam de inovação, querem ser co-autores das invenções e serem os seus promissores. Possui baixa tolerância a lentidão de processos e não conseguem viver sem tecnologia – a internet faz parte de suas vidas como para o lápis, a caneta, o telefone fixo, as cartas faziam parte na vida diária das antigas gerações. Começamos a ver notícias dessa mudança quando olhamos algumas estatísticas como por exemplo:

  • O crescimento de 10% do uso da internet no mês de julho de 2009, esse aumento representa 36,4 milhões de usuários (IBOPE Nielson).
  • Um jovem chamado Mark Zuckerberg, criador do facebook, que vale em torno de 10 bilhões de dólares.
  • A eleição de Obama com o uso de ferramentas tecnológicas para se comunicar com um público, até então, ausente na política…
  • A criação de negócios e uma economia virtual acontecendo no Second life.
  • E outras notícias que se você procurar, acha…. e pode até passar a impressão de que é brincadeira ou “game”, mas tem gente ganhando dinheiro com isso…

O comportamento organizacional, tem mudado, já se fala do poder das instituições sem organização. As pessoas trabalhando gerando a circulação de recursos financeiros harmonicamente sem ter espaços físicos estruturados e regras formais. Algumas empresas que já mudaram seu processo de seleção e captação de competências para poder reagir neste mercado. Estratégias usadas no mundo real, perdendo sua eficácia no mundo virtual. O poder está na rapidez de tomar decisões e gerar conhecimentos ao mesmo tempo em que há uma atuação colaborativa entre os membros dessa empresa.

A sociedade está vivendo cada vez mais duas vidas: a real e a virtual. O que mostra no mundo real que é o isolamento e o aumento da privacidade das pessoas, na vida virtual é o contrário, as pessoas expõem suas vidas e sentimentos em redes sociais, como orkut, facebook, flick, unyk, plaxo, linkedIn, blogs, msn, second life e por outros meios de software na internet. Um verdadeiro paradoxo! Clay Shirky, já diz que não acontece revolução quando a sociedade adota novas tecnologias, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.

As pequenas empresas precisam acordar para essa revolução, pois ela veio para ficar e sua competitividade dependerá de suas ações nesse novo mundo e comportamento….

Na gestão de um pequeno negócio, você não poderá esquecer de capacitar sua equipe de trabalho. Além de suas diversas ações de tentar nutrir a efetividade de seu grupo de trabalho.

Para se ter uma boa atuação com sua equipe de trabalho é necessário (HACKMAN, 2005):

Estruturá-la, estabelecendo seus propósitos, suas atividades e o nível de conhecimento e habilidade necessária;
francesfrances

Obter os recursos para que as atividades possam ser desenvolvidas;

Remover os obstáculos que impedem o trabalho;

Ajudar e fortalecer as contribuições individuais para o fortalecimento do grupo, para que possam cada vez mais utilizar os recursos do grupo para o propósito comum.

Mas para que o desempenho seja efetivo, é necessário acompanhar:

Se a produção da equipe se corresponde em quantidade e qualidade exigidas pelos clientes;

O relacionamento entre os membros da equipe. Se existe espaço para detectar e corrigir erros antes de danos mais sérios, e/ou identificar as tendências e demandas que estimula uma atuação proativa da empresa.

Também é necessário que o nível de esforço dos membros da equipe seja de conseguir concluir as suas atividades, favorecendo-os para que estes possuam conhecimento e habilidades necessárias para um bom desempenho e que todas as suas atividades estejam alinhadas com a estratégia da empresa.

O seu papel como líder deste processo irá influenciar sensivelmente o desempenho da equipe. Por isso, é importante refletir sobre o seu comportamento perante sua equipe de trabalho e qual a sua intervenção na equipe de trabalho.

Fora às capacitações formais, que são necessárias para equipe, é necessário identificar qual o estágio de sua equipe de trabalho perante as atividades a serem realizadas, para que você mesmo possa intervir no grupo.

Por exemplo, se o grupo está iniciando suas atividades, faz-se necessário definir os papéis de membros e expectativas, lidar com conflito e fricções interpessoais, e ajudar a equipe a alcançar um nível de “maturidade” que diminui a sua dependência para com você. E quando grupo já está atuando há um tempo, é necessário analisar como processos humanos estão afetando trabalho em um problema específico da empresa; entender melhor o próprio processo de interação da equipe; e que processos de equipe nutrem ou impedem o funcionamento do grupo efetivo (HACKMAN, 2005).

Se você não consegue fazer isso, não deixe de solicitar apoio de profissional especializado para que essas questões não venham afetar sensivelmente a empresa.

A insegurança e a violência estão imperando na sociedade e essa situação reflete no mundo dos negócios. Gostaria de falar especificamente do impacto na área de vendas de uma empresa.

Muitas tecnologias surgiram, tais como, adesivos magnéticos, caixa e bracadeiras, espelhos nos corredores, câmaras de monitoramento, profissionais de segurança circulando na loja e ou na frente do empreendimento, etc.

Outros criam artifícios que regridem toda a tendência de merchadising de uma loja, tais como, instalando grades, guarda-volumes, balcões e armários em formato de vitrines com cadeados, redução do espaço físico de entrada e saída dos clientes do empreendimento, etc. Isso acontece, principalmente na periferia ou em municípios vizinhos da capital.

         Diante desse contexto gostaria de fazer algumas reflexões:

  • Quais os artifícios de segurança que sua empresa tem utilizado?
  • Qual o acesso que os clientes tem aos produtos?
  • Qual o custo benefício entre um produto trancado no armário e de livre acesso para o cliente tocar e escolher livremente para comprar?
  • Qual a imagem que seu empreendimento tem passado para o cliente?
  • O cliente é um ser indesejado e supeito ou um ser desejado e acolhido na sua empresa?

Algumas empresas são processadas por preconceito e constragimento causados aos clientes, quando as parafernalhas de segurança são mau utilizadas, tais como, etiquetas magnéticas que não são desmagnetizadas e você sai da loja e bipa ou o segurança não trata com cordialidade, provocando contragimento aos clientes. contradicao

Vale pena usar o velho bom senso entre a tendências de arrumação de loja – marchandising, além de observar a legislação do direito do consumidor. Procure ter funcionários treinados para identificar e perceber tais situações de risco e os oriente como deveram proceder.

É um mundo sem volta até que se prove do contrário, mas você poderá minimizar contribuindo socialmente na comunidade do em torno da sua
empresa para reduzir a semente da marginalidade.

Refletindo sobre o conjunto de valores e significados presentes no consumo de luxo. Observa-se que a forma  de consumir da sociedade, retrata seus valores, culturas, rituais e significados que são compartilhados socialmente (BAUDRILLARD,1981).

O consumo não acontece de forma isolada, são vistos em forma de produtos e serviços por todos (SOLOMON, 1983). A moda, por exemplo, é uma forma de gerar a socialização dos significados, apesar de sua complexidade, pois os produtos adquiridos são uma das formas de interligar as pessoas a determinados grupos sociais. Pode-se destacar quatro níveis de interligação do produto com o indivíduo: o primeiro seria, com ele mesmo (self); segundo, com os familiares; terceiro, com a comunidade; e quarto, com os grupos (BELK, 1988).

Diante deste contexto o consumo de luxo é analisado em quatro dimensões: funcional, cultural, simbólica e social (ALLERES, 1999) que vão configurar os significados que possam gerar o status, meio de distinção e reconhecimento social no processo de socialização (STREHLAU, ARANHA, 2002).

O universo de luxo no Brasil é marcado pela dimensão funcional quanto à qualidade intrínseca do produto, simbólico quanto ao hedonismo e a aparência pessoal; e pela dimensão social quanto à busca de prazer e status das pessoas (D’ANGELO, 2004). A partir dessa compreensão das dimensões do consumo de luxo brasileiro, muitas empresas poderão buscar adquirir o rótulo de artigo de luxo, explorando as dimensões configuradas no consumo brasileiro.

E se a estratégia de atuação de seu empreendimento tem foco no consumo de luxo, como anda sua estrutura logística e suporte pós-vendas para  seus clientes?

 

Fonte: Dissertação – Valores e significados do consumo de produtos de luxo, André Cauduro D’Angelo (UFRGS, 2004)

Lendo um artigo sobre o consumo simbólico, pode-se observar os seguintes insight…

O reconhecimento do valor simbólico dos produtos, serviços, marcas e lojas favorece a relacionamento dos mesmos com os valores individuais das pessoas, permitindo o indivíduo se socializar e se ajustar à sociedade (MIRANDA et al.). Para ser um símbolo é necessário ser entendido e compartilhado por um determinado grupo, gerando um referencial consciente. Os atributos simbólicos de um produto revelam como a sua posse ou seu uso associa o consumidor a um grupo, a um papel ou à sua auto-imagem (HAGIUS e MASON, 1993). Segundo McCracken (1986), há duas funções dos símbolos em relação ao comportamento do consumidor: a melhoria da eficiência e soma de prazer às atividades de consumo. Essas funções ajudam ao consumidor a definir o seu papel, sua auto-imagem e obter a performance desejada (SOLOMON, 1983). Além do consumo simbólico é um meio de socialização, não se pode deixar de levar em consideração, as transferências de significados que advém da propaganda, do design do produto até o ritual de presentear as pessoas em que os presenteadores estão transferindo significados. O significado de um objeto é derivado dos atributos e características de performance que os indivíduos acreditam que o objeto possua, não sendo, porém, totalmente inerente ao objeto por si mesmo, mas sim formado através da interação entre o indivíduo, o objeto e o contexto (KLEINE e KERNAN, 1991). Diante do contexto, os consumidores compram produtos para obter função, forma e significado. Os profissionais de marketing devem considerar estas três variáveis e como elas são definidas no contexto cultural de consumo (ENGEL et al., 1995).

Fonte: Artigo - Symbolic Behavior: Consumption and Socialization (MIRANDA; PEPECE e MELLO,___)

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