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Muitas pessoas ficam a procura de uma oportunidade de negócio que lhe transforme em um empresário de sucesso de um dia para o outro. Na vida existe exceção, e essa é uma delas. Todo sucesso do empresário advém de muito esforço, perseverança e a capacidade de identificar a oportunidade e o momento certo de explorá-la.

 Esta capacidade deve ser advinda do próprio empreendedor pelo seguinte motivo:

  • Com o dinamismo do mercado, o empreendedor precisa ter habilidade e capacidade de identificar oportunidade para inovar o empreendimento, de captar parcerias, de realizar promoções, de lançar novos produtos, etc.
  • A oportunidade de negócio precisa estar alinhada com a capacidade técnica e gerencial do empreendedor
  • O empreendedor precisa se identificar com a oportunidade de negócio, quanto à rotina de trabalho, horários de funcionamentos, conhecimento específico sobre o demanda do empreendimento, etc.

 Toda oportunidade de negócio começa através de insight de alguma idéia que poderá ser uma potencial oportunidade. O insight poderá ser por meio dos seus próprios conhecimentos, experiências, noticiários, conversas nos ambientes social ou familiar, viagens, eventos e outras situações vivenciadas que poderão contribuir para lhe despertar suas idéias. É importante, sempre, fazer a seguinte pergunta interiormente: que oportunidade de negócio eu posso ter com essa… (situação, contexto, notícia, etc)? 

 

A idéia negocial só passa para ser oportunidade de negócio, quando você investe tempo e energia para detalhá-la, além, é claro, quando tem pessoas que queiram pagar para usufruir sua idéia (produto ou serviço irá oferecer).

 

Definida a oportunidade, é importante validá-la quanto à sua permanência no mercado, e o momento certo de explorá-la.

Inicialmente, você precisa avaliar se a oportunidade segue tendências de mercado, se haverá cliente “hoje” e no futuro, além de analisar o cenário econômico. Caso essa análise seja favorável, haverá possibilidade de sucesso.  Logo, comece a construir um plano de negócio!

Diariamente observa-se o número de empresas de consultoria no mercado. Muitas dessas empresas estão voltadas para seus serviços que são especializados e se esquecem da real necessidade dos clientes. Isso me faz lembrar a máxima de Henry Ford que dizia que os clientes poderiam escolher qualquer cor de carro, desde que seja preto.

Muitas empresas provocam e oferecem “carros pretos” como sendo a melhor solução ou salvação para seus potenciais clientes. Não que suas soluções sejam ruins, mas querem enquadrar os clientes de suas formas e isso pode até gerar um resultado de imediato, mas não a longo prazo. Cada empresa possui sua própria dinâmica e lógica de atuação.

As empresas de consultoria precisam refletir e entender a dinâmica de como explorarem a sua oportunidade de negócio para depois compartilhar e discutir com o(s) proprietário(s) as causas e efeitos dos problemas identificados, além de possíveis soluções a serem adaptadas para a realidade da empresa.

O verdadeiro consultor irá desmistificar seu conhecimento para o sistema cliente e identificar a melhor forma de implementar soluções na empresa. Agora tudo isso, junto o proprietário, pois é esse que vai continuar gerenciando a empresa e manter as melhorias implementadas.

Reflitam, seja você consultor ou empresário que pretende contratar uma consultoria. – A intervenção sempre será uma tomada de decisão e ação conjunta: consultor e cliente.

Como Bob Dylan expressou: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o quê?”

O comportamento do consumidor, o comportamento organizacional, em fim a sociedade está em processo de mudança. As novas gerações de consumidores gostam de inovação, querem ser co-autores das invenções e serem os seus promissores. Possui baixa tolerância a lentidão de processos e não conseguem viver sem tecnologia – a internet faz parte de suas vidas como para o lápis, a caneta, o telefone fixo, as cartas faziam parte na vida diária das antigas gerações. Começamos a ver notícias dessa mudança quando olhamos algumas estatísticas como por exemplo:

  • O crescimento de 10% do uso da internet no mês de julho de 2009, esse aumento representa 36,4 milhões de usuários (IBOPE Nielson).
  • Um jovem chamado Mark Zuckerberg, criador do facebook, que vale em torno de 10 bilhões de dólares.
  • A eleição de Obama com o uso de ferramentas tecnológicas para se comunicar com um público, até então, ausente na política…
  • A criação de negócios e uma economia virtual acontecendo no Second life.
  • E outras notícias que se você procurar, acha…. e pode até passar a impressão de que é brincadeira ou “game”, mas tem gente ganhando dinheiro com isso…

O comportamento organizacional, tem mudado, já se fala do poder das instituições sem organização. As pessoas trabalhando gerando a circulação de recursos financeiros harmonicamente sem ter espaços físicos estruturados e regras formais. Algumas empresas que já mudaram seu processo de seleção e captação de competências para poder reagir neste mercado. Estratégias usadas no mundo real, perdendo sua eficácia no mundo virtual. O poder está na rapidez de tomar decisões e gerar conhecimentos ao mesmo tempo em que há uma atuação colaborativa entre os membros dessa empresa.

A sociedade está vivendo cada vez mais duas vidas: a real e a virtual. O que mostra no mundo real que é o isolamento e o aumento da privacidade das pessoas, na vida virtual é o contrário, as pessoas expõem suas vidas e sentimentos em redes sociais, como orkut, facebook, flick, unyk, plaxo, linkedIn, blogs, msn, second life e por outros meios de software na internet. Um verdadeiro paradoxo! Clay Shirky, já diz que não acontece revolução quando a sociedade adota novas tecnologias, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.

As pequenas empresas precisam acordar para essa revolução, pois ela veio para ficar e sua competitividade dependerá de suas ações nesse novo mundo e comportamento….

Na gestão de um pequeno negócio, você não poderá esquecer de capacitar sua equipe de trabalho. Além de suas diversas ações de tentar nutrir a efetividade de seu grupo de trabalho.

Para se ter uma boa atuação com sua equipe de trabalho é necessário (HACKMAN, 2005):

Estruturá-la, estabelecendo seus propósitos, suas atividades e o nível de conhecimento e habilidade necessária;
francesfrances

Obter os recursos para que as atividades possam ser desenvolvidas;

Remover os obstáculos que impedem o trabalho;

Ajudar e fortalecer as contribuições individuais para o fortalecimento do grupo, para que possam cada vez mais utilizar os recursos do grupo para o propósito comum.

Mas para que o desempenho seja efetivo, é necessário acompanhar:

Se a produção da equipe se corresponde em quantidade e qualidade exigidas pelos clientes;

O relacionamento entre os membros da equipe. Se existe espaço para detectar e corrigir erros antes de danos mais sérios, e/ou identificar as tendências e demandas que estimula uma atuação proativa da empresa.

Também é necessário que o nível de esforço dos membros da equipe seja de conseguir concluir as suas atividades, favorecendo-os para que estes possuam conhecimento e habilidades necessárias para um bom desempenho e que todas as suas atividades estejam alinhadas com a estratégia da empresa.

O seu papel como líder deste processo irá influenciar sensivelmente o desempenho da equipe. Por isso, é importante refletir sobre o seu comportamento perante sua equipe de trabalho e qual a sua intervenção na equipe de trabalho.

Fora às capacitações formais, que são necessárias para equipe, é necessário identificar qual o estágio de sua equipe de trabalho perante as atividades a serem realizadas, para que você mesmo possa intervir no grupo.

Por exemplo, se o grupo está iniciando suas atividades, faz-se necessário definir os papéis de membros e expectativas, lidar com conflito e fricções interpessoais, e ajudar a equipe a alcançar um nível de “maturidade” que diminui a sua dependência para com você. E quando grupo já está atuando há um tempo, é necessário analisar como processos humanos estão afetando trabalho em um problema específico da empresa; entender melhor o próprio processo de interação da equipe; e que processos de equipe nutrem ou impedem o funcionamento do grupo efetivo (HACKMAN, 2005).

Se você não consegue fazer isso, não deixe de solicitar apoio de profissional especializado para que essas questões não venham afetar sensivelmente a empresa.

A insegurança e a violência estão imperando na sociedade e essa situação reflete no mundo dos negócios. Gostaria de falar especificamente do impacto na área de vendas de uma empresa.

Muitas tecnologias surgiram, tais como, adesivos magnéticos, caixa e bracadeiras, espelhos nos corredores, câmaras de monitoramento, profissionais de segurança circulando na loja e ou na frente do empreendimento, etc.

Outros criam artifícios que regridem toda a tendência de merchadising de uma loja, tais como, instalando grades, guarda-volumes, balcões e armários em formato de vitrines com cadeados, redução do espaço físico de entrada e saída dos clientes do empreendimento, etc. Isso acontece, principalmente na periferia ou em municípios vizinhos da capital.

         Diante desse contexto gostaria de fazer algumas reflexões:

  • Quais os artifícios de segurança que sua empresa tem utilizado?
  • Qual o acesso que os clientes tem aos produtos?
  • Qual o custo benefício entre um produto trancado no armário e de livre acesso para o cliente tocar e escolher livremente para comprar?
  • Qual a imagem que seu empreendimento tem passado para o cliente?
  • O cliente é um ser indesejado e supeito ou um ser desejado e acolhido na sua empresa?

Algumas empresas são processadas por preconceito e constragimento causados aos clientes, quando as parafernalhas de segurança são mau utilizadas, tais como, etiquetas magnéticas que não são desmagnetizadas e você sai da loja e bipa ou o segurança não trata com cordialidade, provocando contragimento aos clientes. contradicao

Vale pena usar o velho bom senso entre a tendências de arrumação de loja – marchandising, além de observar a legislação do direito do consumidor. Procure ter funcionários treinados para identificar e perceber tais situações de risco e os oriente como deveram proceder.

É um mundo sem volta até que se prove do contrário, mas você poderá minimizar contribuindo socialmente na comunidade do em torno da sua
empresa para reduzir a semente da marginalidade.

Refletindo sobre o conjunto de valores e significados presentes no consumo de luxo. Observa-se que a forma  de consumir da sociedade, retrata seus valores, culturas, rituais e significados que são compartilhados socialmente (BAUDRILLARD,1981).

O consumo não acontece de forma isolada, são vistos em forma de produtos e serviços por todos (SOLOMON, 1983). A moda, por exemplo, é uma forma de gerar a socialização dos significados, apesar de sua complexidade, pois os produtos adquiridos são uma das formas de interligar as pessoas a determinados grupos sociais. Pode-se destacar quatro níveis de interligação do produto com o indivíduo: o primeiro seria, com ele mesmo (self); segundo, com os familiares; terceiro, com a comunidade; e quarto, com os grupos (BELK, 1988).

Diante deste contexto o consumo de luxo é analisado em quatro dimensões: funcional, cultural, simbólica e social (ALLERES, 1999) que vão configurar os significados que possam gerar o status, meio de distinção e reconhecimento social no processo de socialização (STREHLAU, ARANHA, 2002).

O universo de luxo no Brasil é marcado pela dimensão funcional quanto à qualidade intrínseca do produto, simbólico quanto ao hedonismo e a aparência pessoal; e pela dimensão social quanto à busca de prazer e status das pessoas (D’ANGELO, 2004). A partir dessa compreensão das dimensões do consumo de luxo brasileiro, muitas empresas poderão buscar adquirir o rótulo de artigo de luxo, explorando as dimensões configuradas no consumo brasileiro.

E se a estratégia de atuação de seu empreendimento tem foco no consumo de luxo, como anda sua estrutura logística e suporte pós-vendas para  seus clientes?

 

Fonte: Dissertação – Valores e significados do consumo de produtos de luxo, André Cauduro D’Angelo (UFRGS, 2004)

Lendo um artigo sobre o consumo simbólico, pode-se observar os seguintes insight…

O reconhecimento do valor simbólico dos produtos, serviços, marcas e lojas favorece a relacionamento dos mesmos com os valores individuais das pessoas, permitindo o indivíduo se socializar e se ajustar à sociedade (MIRANDA et al.). Para ser um símbolo é necessário ser entendido e compartilhado por um determinado grupo, gerando um referencial consciente. Os atributos simbólicos de um produto revelam como a sua posse ou seu uso associa o consumidor a um grupo, a um papel ou à sua auto-imagem (HAGIUS e MASON, 1993). Segundo McCracken (1986), há duas funções dos símbolos em relação ao comportamento do consumidor: a melhoria da eficiência e soma de prazer às atividades de consumo. Essas funções ajudam ao consumidor a definir o seu papel, sua auto-imagem e obter a performance desejada (SOLOMON, 1983). Além do consumo simbólico é um meio de socialização, não se pode deixar de levar em consideração, as transferências de significados que advém da propaganda, do design do produto até o ritual de presentear as pessoas em que os presenteadores estão transferindo significados. O significado de um objeto é derivado dos atributos e características de performance que os indivíduos acreditam que o objeto possua, não sendo, porém, totalmente inerente ao objeto por si mesmo, mas sim formado através da interação entre o indivíduo, o objeto e o contexto (KLEINE e KERNAN, 1991). Diante do contexto, os consumidores compram produtos para obter função, forma e significado. Os profissionais de marketing devem considerar estas três variáveis e como elas são definidas no contexto cultural de consumo (ENGEL et al., 1995).

Fonte: Artigo - Symbolic Behavior: Consumption and Socialization (MIRANDA; PEPECE e MELLO,___)

Muitas empresas familiares não sobrevivem no processo de transição de uma geração para a outra. Segundo Lodi, 50% das empresas morrem na passagem da primeira para a segunda geração e 34% não sobrevivem na transição da segunda para a terceira. 

Mesmo com essa estatística, ainda existe a falta de profissionalismo para o processo de sucessão, principalmente nas pequenas empresas. Essa falta de profissionalismo advém do tratamento desse assunto acontecer só no fórum familiar, esquecendo o ambiente empresarial. O processo de sucessão é influenciado por três aspectos: o perfil do fundador da empresa, a configuração da cultura da empresa, a cultura da família, e da própria transição da sucessão.

Geralmente há sucesso o processo da sucessão familiar na empresa, quando o fundador tem a clareza do tempo de acontecer à transição, abertura para mudanças e saber preparar o(s) possível (eis) sucessor (es), mas também precisa que a cultura familiar haja coerência, senso de justiça, diálogo e espírito colaborativo entre os membros da família. Quanto à cultura da empresa, é necessário que seja também colaborativa e profissional e não centralizador e ou paternalista.empresa-familiar

A própria transição precisa ser planejada tanto na formação profissional do sucessor, como também a inserção do mesmo na empresa. É importante que o sucedido acompanhe o sucessor na empresa e vá gerando empoderamento e autonomia do sucessor nas decisões. Caso esse momento não consiga fluir, faz necessário a presença de um terceiro para apoiar o processo. Esse terceiro poderá ser um outro parente, o contador, um consultor ou um amigo da família que possua legitimidade perante os familiares para possa intervir e mediar este momento.

Se sua empresa está nesta situação, não deixe de buscar orientação, antes que seja tarde demais.

 

Alguns critérios para o sucesso da sucessão empresarial:

  • Eqüitativa separação de bens dos negócios
  • Interdependência familiar – relacionamento do sucessor
  • Família manter a empresa sob a gestão do sucessor
  • Suspensão da família da gestão dos negócios
  • Decisão livre do sucessor para tornar-se sócio da empresa
  • O sucessor ter um bom relacionamento com os funcionários
  • Existência formal do plano de sucessão
  • Experiência do sucessor fora dos negócios da família
  • Experiência do sucessor em diferentes papéis dentro do negócio familiar

Temos muitos gestores, gerentes, supervisores, encarregos; mas poucos são líderes. Ter uma credencial de um determinado cargo ou espaço ocupacional de uma empresa não garente que esse profissional seja um líder de uma equipe ou da própria empresa. A legitimidade de um líder advém de seus líderados em que o reconhecem como tal e deixam ser guiados por ele. Na dinâmica do dia-a-dia do líder em ação existe a formação do in group e do out group, segundo a teoria de troca entre líderes e liderados (LMX).

O in group ou grupo interno são os relacionamentos estabelecidos com um pequeno grupo que são escolhidos pela similaridades de atitudes, características de personalidade e por confiança. Esse pequeno grupo está dentro do grande grupo que é liderado, formando assim os membros que fazem parte do grupo interno e do grupo externo. É legítimo que o líder faça essa formação para que possa compartilhar suas dúvidas, visões e decisões que precisam ser tomadas com rapidez e eficácia.

Agora quando isso ocorre de forma exagerado e viciada… a legitimidade desse líder começa a ser questionada perante os demais liderados, pois ele só compartilha com o grupo externo as decisões já formalizadas sem dar espaço para escutar sugestões e idéias divergentes que poderiam fazer a diferença nas situações vivenciadas pela empresa. Enquanto isso o in grupo, começa a ser visto com maus olhos por toda a equipe e começam a ganhar nomes pejorativos. É importante que o líder tenha equilíbrio entre a escuta do grupo interno e do grupo externo. É necessário que faça reuniões formais ou informais com os demais da equipe para que todos possam contribuir para a melhoria da empresa efetivamente.

Diante desse reflexão… como anda seu relacionamento com os seus liderados?

Muitas pessoas despertam a idéia de abrir uma empresa e uma das primeiras perguntas que fazem, são:

  • para os amigos e familiares, se gostam da idéia; e

  • para os consultores e similares, quanto será o investimento.

 

O entusiasmo e a ansiedade de abrir são tantos que já procuram saber como legalizar e quanto possuem de recurso financeiro ou aonde poderão captar dinheiro para abrir o empreendimento.

 

O Detalhe é que poucas começam a conversar sobre algo tão importante quanto o investimento. – Que é o conhecimento de mercado!

O “mercado”, falo o conhecimento quanto a:

  • potenciais clientes – motivações para compra, volume e frequência de compra;

  •  mix de produtos e serviços- quais os produtos e serviços que serão oferecidos de acordo o a demanda dos clientes;2677693103_b2d3d0e6bb_o

  • concorrentes – similares e de produtos substitutos. Saber quais seus pontos fracos e fortes;

  • fornecedores – quem vai fornecer seu produto, insumo ou serviços. Seu preço, volume de compra e prazo de entrega.

 

Essas informações ditarão a infra-estrutura de seu empreendimento para melhor atender os potenciais clientes!

Infra-estrutura essa que definirá o grau de sofisticação do negócio, necessidades de reformas do ponto comercial, primeiro estoque, quantidade de funcionários, projeção das despesas fixas, pró-labore, etc.

Depois disso…. é que se pode conversar sobre qual será o investimento e necessidade de capital de giro inicial para abertura de um novo empreendimento!

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